Índice de Preços ao Consumidor Acumulado em 12 meses

Índice de Preços ao Consumidor em Abril 2022

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Índice de Preços ao Consumidor Acumulado - 25/05/22 às 17:08

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Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-Br) acumulado em 12 meses é de 10,61 %.

Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-Br) em Abril 2022 é 1,08 %.

Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-Br) 2022 é de 3,23 %.

O conteúdo abaixo é de caráter exclusivamente informativo.

O que é o IPC-Br?

O IPC-Br, sigla para Índice de Preços ao Consumidor, é um indicador divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) que mensura a variação de preços de bens e serviços que compõem as despesas habituais do consumidor. Essa variação diz respeito a famílias com renda entre 1 e 33 salários-mínimos mensais.

Essa pesquisa é diária, e inclui sete capitais do Brasil:

Os bens e serviços integrantes da amostra se classificam em oito tipos de despesa; estas são: alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação, leitura e recreação, transportes e despesas diversas e comunicação.

Além disso, existem mais 25 subgrupos, contendo 85 itens e 338 subitens.

IPC-Br acumulado

O IPC-Br acumulado, outro conceito obviamente relacionado ao Índice de Preços ao Consumidor, diz respeito à soma de valores do IPC-Br mensal. Ou seja, a partir do valor acumulado, que é o anual, há a possibilidade de medir o poder de compra do consumidor.

Como se calcula o IPC-Br?

O IPC-Br é calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, a FGV. Para formar o indicador, são considerados um conjunto fixo de bens e serviços, como explicitamos.

Para chegar a esse número, são usados dados obtidos através da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), pesquisa bienal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa em questão deixa clara a importância de cada gasto (e, de modo direto, cada preço) no orçamento dos consumidores.

Tais dados são coletados diariamente, portanto existem variações. Por exemplo, o IPC Diário, o IPC-S (semanal), entre outros. Em tal apuração, também existem alguns outros um conjunto de índices especiais, como o Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) e o Índice de Preços ao Consumidor Classe 1 (IPC-C1). Os consumidores classe 1 são os que têm renda de 1 a 2,5 salários-mínimos mensais.

Baseando-se nos dados da POF, é montado o Índice de Preços ao Consumidor em cada uma de suas desambiguações.

Quais são as implicações do IPC-Br na economia e nos investimentos?

O Índice de Preços ao Consumidor é um indicador da situação econômica do Brasil, entre vários outros. No entanto, o IPC-Br tem grande importância já que demonstra o poder de compra do cidadão, e tem implicações sobre todo o mercado.

Além disso, ele também compõe grande fatia do Índice Geral de Preços (IGP), e serve como indicador de macroeconomia e para reajuste de contratos, por exemplo.

Da mesma forma, o IPC-Br é utilizado como ferramental para mensurar a inflação no Brasil. Quanto maior for esse índice, isso influencia de forma direta na economia. Quando se gasta mais em itens básicos, o valor do dinheiro diminui.

Assim, o IPC tem o poder de prever para onde o capital das famílias vai, o que influencia na alta de preços. Isso se relaciona com o conceito de oferta e demanda.

O índice também influencia em quem investe, visto que a inflação tem o poder de desvalorizar a moeda e aumentar o preço de produtos e serviços. Como consequência, esse aumento da inflação faz com que o dólar aumente.

Por ser a principal forma de negociação em caráter internacional, a moeda americana afeta diversos investimentos e cria um cenário desfavorável para investidores internacionais. Por isso, acompanhar o IPC-Br é importante para quem investe ou pretende investir.

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